Devido à falta de asfalto, estudantes com deficiência física precisam desviar buracos e pedras. Foto: Bianca Machado

As condições das ruas Lauro de Almeida e Professor Amilton Pereira Vaz, localizadas no Jardim Monte Carlo, no bairro da Boa Vista, têm dificultado o acesso dos alunos com deficiências físicas até a Escola Estadual Professora Linda Salamuni Bacila.

O Centro Pontagrossense de Reablitação Auditiva e da Fala (CEPRAF), juntamente com o núcleo Geny De Jesus Souza Ribas,  localizado na comunidade 31 de Março,  faz um trabalho com surdos através do Sistema Estadual de Ensino. Em paralelo, há um ação social e de saúde para jovens e adultos.

Um dos objetivos é orientar sobre a inclusão no mercado de trabalho

O Programa Senai de Ações Afirmativas (PSAI), em parceria com o Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), realizou na última quarta-feira, dia 27, o primeiro Fórum de Inclusão da Pessoa com Deficiência de Ponta Grossa. O encontro ocorreu no Ginásio Jamal Farjallah Bazzi, reunindo durante todo o dia empresários, associados, entidades voltadas às PcD e familiares.

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Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, cerca de 10% da população mundial possui alguma deficiência auditiva. Em Ponta Grossa, o número representa quase 31 mil pessoas, sendo nove mil totalmente surdas.

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Cadeirantes de Ponta Grossa enfrentam problemas no transporte público da cidade. Em reclamações específicas eles apontam falhas na frota adaptada, como a falta de espaço e linhas reduzidas.

João Vitor Miranda, 30, é associado da Apedef (Associação Pontagrossense de Emancipação dos Deficientes) e depende do transporte público para locomover-se