Assembleia promovida pelo DCE defende a unificação de pautas de alunos e professores

Assembleia promovida pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UEPG aprovou nesta terça-feira (14), por unanimidade, a participação na Greve Nacional de Greve da Educação. Durante a reunião, foi defendida a unificação das pautas propostas pelos estudantes e pelos professores. Na segunda-feira (13), assembleia promovida pelo Sindicato dos Docentes da UEPG (SindUEPG) aprovou a paralisação. As atividades do Dia Nacional de Greve da Educação têm início nesta quarta-feira (15), às 7 horas, com panfletagem, realizada por professores e alunos, no Campus Central e no Campus Uvaranas da UEPG.

Estudantes aprovam participação em luta nacional em defesa da educação / Foto: Ana Bianca Kloster

A equipe do Correspondente Local esteve hoje no Ato contra o corte de verbas, veja no Plantão:

Na próxima quarta-feira (15), Dia Nacional da Paralisação em Defesa da Educação e das Universidades Públicas, a Associação Nacional de Pós-Graduandos participa de protesto nacional
A cada ano a tensão pela continuidade dos programas de pós-graduação na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) aumenta. Isso porque o repasse de verbas destinadas às pesquisas tem diminuído cada vez mais, causando preocupação à comunidade acadêmica. Atualmente, a UEPG recebe auxílio da Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Estado do Paraná (FA), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
 
Fachada da UEPG - Campus Central | Foto: Luiza Sampaio

O Diretório Central dos Estudantes e Centros Acadêmicos da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) realizam, nesta sexta-feira (10), em Ponta Grossa, manifestação contra o bloqueio de 30% da verba das instituições federais de ensino superior. O protesto será antecedido por assembleia geral que, nesta quinta-feira (09), buscará o apoio institucional da Universidade.

atoutfpr 09 05 2019

Estudentes participaram do protesto de 29 de abril em Curitiba contra o sucateamento da educação públuica | Foto: Arquivo Portal Periódico

 

Apesar de promessa de negociação da recomposição salarial, liderança sindical relembra que diálogo nem sempre resulta em vitória

Manifestantes protestam contra o congelamento de salário mantido pelo governandor Ratinho Junior (PSD) |  Luiz Zak

Em protesto contra a reforma da previdência, o governo Jair Bolsonaro (PSL) e, principalmente, para relembrar o episódio que ficou conhecido como o Massacre do dia 29 de abril de 2015, professores, alunos e funcionários das escolas e universidades da rede de ensino estadual se reuniram, na última segunda-feira (29), na Praça Santos Andrade, em Curitiba. A pauta do movimento também contemplou o congelamento salarial dos servidores públicos desde 2016.