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Crítica de Ponta

Produzido pelos alunos do terceiro ano do curso de Jornalismo da UEPG, o Crítica de Ponta traz o melhor da cultura da cidade de Ponta Grossa para você.

 
 
Uma arena ‘multiuso’ que só vale para um esporte em PG?
 
      Quando o assunto é esporte, a cidade se destaca com a Arena Multiuso. Obra que custou mais de R$ 10 milhões, projetada em 2008 e só inaugurada em 2017. De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura de Ponta Grossa, o ginásio atualmente é reservado para o vôlei, “devido à participação da equipe do Caramuru/Ponta Grossa em competições como a Superliga Nacional e com representatividade em diversas categorias”.

      Mas a arena tem estrutura para handebol, futsal e basquete. Além de outras modalidades, como a ginástica rítmica, com aulas para a comunidade. E uma piscina, que, segundo a atual administração de PG, ainda está em fase de adequação para sediar um projeto de iniciação esportiva.

    Apesar da estrutura, o espaço do ginásio é mal aproveitado e a quadra principal é destinada somente ao vôlei, descaracterizando inclusive o sentido do nome: “multiuso”. Além disso, os espaços de academia e refeitório não são conhecidos por maior parte da população.

      As amplas arquibancadas permitem conforto para o espectador, mas a mobilidade para chegar ao local é complicada. Em alguns lugares de fora do ginásio, não há asfalto ou calçada, a grama e a terra causam transtorno ao público quando chove. A arquitetura do ginásio indica que existe manutenção e quem passa pela Avenida dos Vereadores encontra as paredes pintadas com obras de arte.

     A arena chegou a ser interditada em março de 2019 pelo Corpo de Bombeiros, pois alguns ajustes deveriam ser feitos dentro do ginásio, como a troca das placas de sinalização e a adaptação de saídas de emergência.

   Após os R$ 10 milhões gastos na construção do Complexo e os diversos processos que paralisaram a obra, parece que o resultado não valeu a pena para o povo ponta-grossense.

Serviço:
Local: Arena Multiuso, Avenida dos Vereadores, Olarias, Ponta Grossa, Paraná;

 

                                                                                       Por: Thailan de Pauli Jaros
 
Um hambúrguer bem acompanhado
 
     Você gosta de hambúrguer artesanal? Em Ponta Grossa, os hambúrgueres feitos pelo próprio estabelecimento já fazem sucesso, e uma opção para os apreciadores é a Hamburgueria Doris Burger. A lanchonete oferece mais de 20 tipos de lanches, entre eles 3 são opções vegetarianas.  
   
    Com um espaço amplo e arejado, o ambiente pode receber cerca de 50 pessoas. Pra quem prefere o conforto de casa, são feitas entregas com uma taxa de 10 reais e, dependendo do dia, 5 reais. No local há uma varanda inteira de vidro, onde são distribuídas mesas para quem opta por fazer o lanche com uma vista bonita e em um lugar arejado.

    O cardápio com as variedades de hambúrgueres são entregues aos clientes na entrada do estabelecimento. Ao sentarem nas mesas, eles recebem, gratuitamente, uma bandeja de batatas fritas raladas e secas que o cliente pode repetir quantas vezes quiser e sem custo. Os clientes recebem as batatas como adicional nos pedidos pelos aplicativos e na hamburgueria, mas somente no Doris eles têm o direito a repetir a bandeja.

    Os preços variam de 13,90 com o “Doris Salada” até 28,90 com o “Cordeiro Especial Doris”. Os lanches também são acompanhados de um molho caseiro que dá o “tcham” à refeição. Apesar dos lanches serem grandes e ter a opção de diversos tamanhos, mesmo com o ambiente quase vazio, a demora dos hambúrgueres é, em média, de 20 a 30 minutos.

    Apesar do imprevisto de refrigerantes quentes, os atendentes são atenciosos e oferecem soluções como a troca do produto ou acrescentar gelo. O cliente ainda pode escolher o ponto do hambúrguer entre “mal-passado”, “ao ponto” e “bem-passado”. No entanto, o excesso de queijo tira a atenção e o gosto do ingrediente principal, o hambúrguer.

Serviço:

Em Ponta Grossa: R. Augusto Ribas, 294 – Centro.
Celular: (42) 99842-5396
Em Castro: R. Cel. Jorge Marcondes, 88 – Vila Rio Branco.
Telefone: (42) 3232-1696
Horário de Atendimento: aberto das 18h às 00h, exceto domingo e terça-feira que o estabelecimento não abre. Em feriados, os horários podem alterar.

      Por Bruna Kosmenko

 
OSPG e grupo internacional hibridizam gêneros musicais 
 
     Um espetáculo clássico que sintetiza duas variações de gêneros musicais diferentes em cima de um terceiro estilo, o tango, harmonizou a Cine-Teatro Opera no domingo dia 5. A Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa se apresentou junto ao grupo argentino Tango Jazz Quartet, a apresentação contou com nove obras.

      O repertório foi organizado com canções que remetem ao tango. Porém em alguns momentos o som do jazz se destaca com o Saxofone, em outros a orquestra toma o ambiente com os violinistas, mas no auge das canções os diferentes estilos musicais se mesclam de forma equilibrada e harmoniosa. 

      Destaque para a canção Zita, que cresce ao longo de sua melodia, e com um solo de piano que passa do ritmo jazz para o clássico de maneira sutil de forma que deixa o público paralisado. Também a melodia de H. Stamponi, Flor de Lino, vibrou os ouvidos de todos aqueles que acompanhavam a percussão junto ao contrabaixo, e com ênfase nos instrumentos de corda, violino e violoncelo.
 
      O único apontamento negativo para a noite foram as cadeiras dos músicos. Para conseguir a altura certa, os violoncelistas precisaram empilhar duas cadeiras. De forma alguma atrapalhou na melodia, porém a questão estética é, de certa forma, prejudicada.
Ao final, a estrutura do teatro escutou o público batendo palmas em sincronia, querendo mais. Foram tocadas mais duas músicas para agradar ao público que apreciou uma noite prazerosa aos sentidos, e já ansioso para a próxima apresentação.

Serviço:
Facebook: Tango e Jazz Quartet

 
                                                                                  Por Maria Fernanda Laravia
Artes marcial como estratégia de defesa pessoal para mulheres
 
      Movimentos circulares, uso da força do oponente contra ele mesmo, equilíbrio físico e mental, movimentos conscientes e fluídos. Estes são alguns dos componentes da arte marcial pa-kua, que vem sendo procurada cada vez mais por mulheres que desejam aprender técnicas de defesa pessoal, já que trata-se de uma filosofia não competitiva baseada nas mutações da natureza. 

      O mestre Carlos Penna, que também é fisioterapeuta, trabalha com artes marciais a 32 anos e trouxe o pa-kua para Ponta Grossa. Nas aulas, os participantes aquecem e iniciam os movimentos orientados pelo mestre, tentando enfrentar os próprios limites e medos: “o inimigo, na arte marcial, somos nós mesmos”. .  Em cada série de exercícios, cada um é incentivado a fazer o seu máximo.
Quanto à defesa pessoal, a prática exercita o uso dos pontos fracos do oponente como técnica, o raciocínio rápido e a confiança. A ideia, para as mulheres, é que elas saibam usar o corpo como uma arma e usá-la de forma consciente.

        As aulas são atrativas. O mestre é atencioso e consegue atender todos alunos, já que o grupo por aula tem de 5 a 10 participantes. O problema é que, pela área limitada do espaço, algumas atividades como a corrida em volta do tatame, no aquecimento, acabam prejudicadas. A academia de pa-kua fica na região central da cidade e o custo das mensalidades gira em torno de 120 reais, podendo aumentar de acordo com o número de aulas contratadas.

      Iniciativas como essa são importantes, mas a segurança das mulheres não pode ficar refém dessas atitudes. A sociedade precisa de políticas públicas eficientes para que os índices de violência contra elas não continuem a crescer no Brasil e no mundo.

 
Por Raylane Martins
Um bar exposto até demais
   
     Já pensou em ir a um bar e a atração não ser apenas uma cerveja e sim a decoração diferenciada? É isso que acontece no Boteco da Visconde, em Ponta Grossa. O local é uma verdadeira exposição. Camisetas de times de futebol, relógios, grafites e cadeiras no teto são algumas das diversas atrações do bar.

    Fundado em 2011, o Boteco fica localizado na Rua Visconde de Sinimbú (rua que dá nome ao estabelecimento) e começou pela proposta diferenciada. Desde então, mantém exposições, mesmo que em um número muito menor do que o atual. Além dos objetos colocados pelo dono, clientes e amigos levam lembranças para complementar o contexto. A quantidade não é exata, em toda extensão do bar existe algum objeto presente, mesmo que passe despercebido.

    Por ser um estabelecimento que, apesar de se chamar “Boteco”, é familiar, as crianças ficam impressionadas e se divertem com tantos objetos. Mas não pense que só elas ficam assim. Clientes se surpreendem com a decoração, que é um diferencial em relação a outros bares da cidade pois, além da comida e bebida, você vive uma experiência completa. E pode ir a vários lugares do mundo, ver diversas camisetas de time e conhecer a história do proprietário sem sair do lugar.

    O sucesso da “Visconde” levou outros bares a aderir à ideia nos estabelecimentos. Existe uma história em cada objeto, das câmeras antigas, placas de carro e bicicletas, o que dá sentido à quantidade de imagens ao mesmo tempo. Para quem gosta de diversidade, o local completa o requisito. Porém, depois de um tempo, as exposições tornam-se sufocantes pela quantidade de informações e, segundo alguns clientes, pode não ser agradável.

Serviço:
Boteco da Visconde
Rua Visconde de Sinimbú, 383, bairro Órfãs, Ponta Grossa\PR
Horário de funcionamento: de terça a sexta, das 18h às 23h30 e aos sábados do 12h as 23h30

 
Por Ane Rafaely Rebelato
Celulares comprometem qualidade da cobertura jornalística?
 
     Cada vez mais, os editores de telejornais locais têm utilizado vídeos, imagens e até mesmo passagens de repórteres gravados com celulares para incorporar informações à programação. A referida técnica, entretanto, traz questionamentos na perda de qualidade, seja na imagem, enquadramento ou comprometimento da informação veiculada.

        A reportagem do Crítica de Ponta analisou uma edição dos três telejornais de emissoras abertas de Ponta Grossa (RPC TV, Rede Massa e TVE PG), num mesmo horário e dia para verificar o uso de gravações amadoras de terceiros no programa, feitas com celular. Um dos telejornais, inclusive, utilizou o formato selfie para uma reportagem.

            O uso do aparelho celular possui as vantagens de ser prático se comparado a uma câmera especializada em gravar audiovisual, rapidez ao enviar arquivos e até mesmo dispensar a necessidade de um cinegrafista, quando os repórteres gravam com o enquadramento selfie de imagem, utilizando a câmera frontal.

            Entretanto, o uso frequente do telefone celular como técnica pode comprometer a qualidade da produção jornalística. A dúvida quanto ao uso frequente amplifica, quando envolve gravações que são enviadas por telespectadores ou terceiros e a emissora transmite imagens que não são domínio da redação. Lembrando que o profissional, e consequentemente a redação, estão expostos ao público, que também conta com os meios de checagem de informações. A checagem de fatos é fundamental.
 

Serviço:
Meio dia Paraná:
https://globoplay.globo.com/meio-dia-parana-ponta-grossa/p/5126/
Tribuna da Massa: https://redemassa.com.br/tribuna-da-massa-3/2019/05/01/edicao-completa-de-quarta-feira-01-05-2019-52767/v/ 
Jornal da Cultura 1ªEdição: https://tvcultura.com.br/playlists/62_jornal-da-cultura-primeira-edicao-jornal-da-cultura-1a-edicao_M-qHAk4uAuI.html

Por Gustavo Camargo
 
Screenshot do canal Historiô no YouTube.

Filme destaca dupla jornada da mulher, pressões do trabalho e da família
    

       Um filme com bom humor, leve de se assistir e que traz no roteiro uma comédia com temas da realidade atual estreou nos cinemas do Brasil no mês de abril e aqui em Ponta Grossa. “De Pernas Pro Ar 3” traz a história humorada de Alice, empresária de uma sex shop. A trilogia dos filmes marca a trajetória da personagem para se tornar uma mulher bem-sucedida. No terceiro filme Alice atinge o auge na carreira, mas cansada de se dedicar apenas ao trabalho e perdendo o crescimento dos filhos, principalmente da filha de seis anos, ela decide se aposentar.
    
    Após deixar a empresa para a mãe e também sócia, a personagem se vê em um dilema para se adaptar à vida em casa e cuidar dos filhos. Alice ainda se sente infeliz e a falta do trabalho aumenta quando conhece a namorada do filho, Leona, que inventou um óculos de realidade virtual, e se torna uma concorrente nos negócios.
    
    Alice vive o dilema da mulher que quer trabalhar e também precisa cuidar dos filhos. O  filme demarca a vida da mulher contemporânea e que trabalha, mas vive uma dupla jornada. Observamos isso na relação da personagem com o marido (João), que passa a cobrar a presença dela em casa. Outro aspecto do relacionamento é a inferioridade que ele sente em relação ao sucesso da empresa da esposa.
    
    O filme destaca os impasses que as mulheres enfrentam quando decidem trabalhar e também são cobradas para estar em casa criando os filhos. Embora a história não seja diferente das que mostram a dupla pressão que a mulher vive na família e no trabalho, o terceiro filme traz com humor, o equilíbrio que Alice buscava, fazendo a personagem entender que pode ser mãe e também empresária de sucesso.

Serviço:
Produção: Morena Filmes, Paris Filmes, Downtwon Filmes, Globo Filmes, Duas Mãos Produções
Direção: Julia Rezende
Duração: 108min
Gênero: Comédia
Exibição: cinemas Lumière shopping total
Ingresso: 10 reais meia entrada


Por Rafael Santos


     

Elas sentem, ouvem e fazem

      Sinestesia é uma condição neurológica que cruza diferentes sentidos nas pessoas. Por exemplo: Ao ler algum texto ou comer algum alimento podem estimular outras áreas do corpo humano como ter lembranças de um momento ou ainda ouvir um som. É isso que a autora do livro Sinestesia, Andressa Marcondes quis retratar. 

     O livro é uma obra fotográfica que associa textos às imagens e tem a intenção de provocar sensações aos leitores, em uma tentativa de romper com as publicações padrão sobre fotos, em que há apenas a exibição de alguns fragmentos captados pelo fotógrafo. Sinestesia traz nas suas páginas uma ideia de movimento, continuação. Ideias e fotos que se conectam e se fundem umas com as outras.

       A autora comentou que teve influências de fotógrafos como Evandro Teixeira, Valêncio Xavier e Nair Benedito, além de Klaus Mitteldorfe, de quem extraiu o lado artesanal e a vontade de uma publicação não convencional. Por ser sua primeira obra, ela contou que passou por dificuldades financeiras com relação ao lançamento do livro porque alega a fotografia ser uma área difícil de se conseguir editora.

      O livro Sinestesia foi lançado ano passado, mas também apresentado este ano no 6º Colóquio Mulher e Sociedade, um evento organizado pelo mestrado em Jornalismo da UEPG e que aconteceu entre os dias 23 e 24 de abril.



Serviço:
Livro: “sinestesia”
Autor: Andressa Marcondes
Editora: Texto e Contexto

 
Por Francielle Ampolini
Produzido pela Turma A - Jornalismo UEPG

 

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Crítica de Ponta

Produzido pelos alunos do terceiro ano do curso de Jornalismo da UEPG, o Crítica de Ponta traz o melhor da cultura da cidade de Ponta Grossa para você.

Parque Linear é alternativa de prática esportiva
 
     O Parque Linear, localizado no bairro Oficinas, às margens da rua Visconde do Rio Branco é uma opção para prática esportiva. Próximo a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a pista de caminhada, que é feita exclusivamente para pedestres, é asfaltada e têm tachões que ficam iluminados à noite. O ambiente é ideal para corridas e caminhadas ao ar livre. Além disso, há uma ciclovia, em uma pista separada, pintada de vermelho.

      Ainda na fase de conclusão das obras, uma academia de musculação está sendo instalada. Mas já tem uma academia para a terceira idade no local, que é focada em exercícios mais leves, como o simulador de escadas, exercitador de pernas e o remador individual. Há mudas de árvores na lateral da pista, que possui cerca de 2,5 metros de largura e uma extensão aproximada de 2,5 quilômetros. No decorrer do trajeto há bastantes lixeiras, facilitando a limpeza do local. Do lado da academia para a terceira idade há dois bancos, para quem quiser fazer um descanso. A iluminação acontece pelos postes de luz ao longo do trajeto.

     Próximo a pista de caminhada, há um campo de futebol society, devidamente cercado por grades e com arquibancadas. Além disso, há uma quadra de vôlei de areia e duas áreas para a prática de skate. A pista foi construída por cima de uma área que era linha de trem. Ainda faltam áreas cobertas, bebedouros, sanitários e parque infantil, como prometido na placa de propaganda da Prefeitura Municipal de Ponta Grossa.


Serviço:
Endereço: Rua Visconde do Rio Branco, Oficinas

 

                                                                                       Por Felipe Prates
Opção para exercícios no Oficinas, Parque Linear ainda está em obras
Foto:Felipe Prates
Mistura de café com bar ganha espaço em PG
    
    O recém-inaugurado Cactus Coffe Bar é uma opção para quem quer fazer uma pausa nos estudos e comer próximo ao Campus central da UEPG. O local possui um cardápio amplo, e mistura a cultura dos cafés com a dos bares, com hambúrgueres, cafés, porções, salgados, tortas, cervejas e drinks. O diferencial do Cactus é o ambiente aconchegante e espaçoso, com várias salas e em uma delas é possível jogar sinuca.


    O Cactus Coffe Bar funciona diariamente na tarde e noite, com expediente no sábado aberto das 14h até 01h de domingo. Toda quarta e sexta-feira o estabelecimento faz promoção de cafés e no domingo as caipirinhas entram na promoção. É possível comer no local ou também fazer o pedido por aplicativo de celular.

     Os lanches demoram de 5 a 15 para ficar prontos, pois são preparados na hora que é feito o pedido. Os sucos e cafés gourmet demoram em média 15 minutos para ficar prontos, pois também são preparados na hora. As tortas doces são levadas ao cliente imediatamente.

     A coxinha é frita na hora, com recheio de frango e catupiry, é vendida por R$ 6,90, tamanho é proporcional ao valor. As tortas custam R$ 9,90, mas a fatia é pequena e não existe variedade de sabores. Os cafés gourmet e cappuccinos são opções para quem gosta de bebidas doces e custam em média R$ 9,90.


Serviço:

Cactus Coffe Bar – Av. Bonifácio Vilela, 666, Centro
Horário de funcionamento: Segunda a sexta-feira: das 15h às 23h30 / Sábado: das 14h à 01h / Domingo: das 17h às 23h30.
Endereço Ifood: https://www.ifood.com.br/delivery/ponta-grossa-pr/cactus-coffee-bar-centro/b7ba2da7-b330-436f-bbb1-c8106f0711d0


 

      Por Fabiana Manganotti

Cactus Bar oferece cardápio diferenciado
Foto: Fabiana Manganotti
Riscos femininos de métodos contraceptivos
    
     A responsabilidade e riscos nas relações sexuais é somente feminino? A pílula anticoncepcional foi criada nos anos 1960, tornando-se um símbolo da liberdade sexual feminina. Em 1961 a pílula foi relacionada a um primeiro diagnóstico de embolia pulmonar. Nos anos seguintes foram registrados casos de infarto e acidente vascular cerebral (AVC), mostrando que os anticoncepcionais hormonais aumentam o risco de trombose.

     O risco é relacionado ao estrogênio e tem relação direta com a dose. Assim, a indústria farmacêutica diminuiu em até 90% a dose de hormônio dos comprimidos, o que era antes 150mg agora é dividido em três, 15mg com ultrabaixa dosagem, 30mg a baixa dosagem e 35mg a média dosagem.

     Mesmo com a mudança da dose, as pílulas ainda mantém riscos. Os efeitos dependem de vários fatores, como idade, hábitos de fumo, histórico de trombose familiar, enxaqueca frequente, obesidade, diabetes e/ou sedentarismo aumentam os riscos de complicações e efeitos colaterais.

     Existem outros tipos de métodos contraceptivos que são ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A ligadura tubária, diafragma, preservativos, DIU, o combinado monofásico, as minipílulas, pílulas anticoncepcionais de emergência e os hormonais injetáveis podendo ser mensal (combinado) ou trimestral (progestágeno) são métodos femininos. Já os masculinos são a vasectomia e preservativos.

     O uso das pílulas anticoncepcionais é questionado pelas mulheres. Ser feminista é cuidar de si e entender o próprio corpo. Muitas mulheres se sentem melhores quando param de tomar a pílula.

     A divulgação de outros métodos é praticamente inexistente. O uso de métodos contraceptivos é, em geral, obrigação da mulher, existindo apenas dois métodos masculinos. O tipo de responsabilidade não deve ser exclusiva da mulher e muito menos culpa, quando o método não é eficaz. A obrigação deve ser tanto do homem quanto da mulher.



Serviço:
Método contraceptivo feminino
Por Amanda Dombrowski
Pílula anticoncepcional pode trazer risco às mulheres
Foto: Domínio Público
Espetáculo de risos gratuitos com humoristas locais
   
     Oportunidade para prestigiar comediantes locais, desde ano passado o Cine Teatro Ópera recebe em duas quartas por mês o show de stand-up Convite a Comédia. Criado pelo humorista Diego Castro, o show traz humoristas da cidade contando vivências e situações inusitadas de forma cômica, ou ao menos tentam.

     Apresentado por Pedro Geronimo, o espetáculo inicia com interação com a plateia, o humorista faz piadas com as pessoas que assistem ao show de stand-up, criando conexão entre o palco e a plateia. O público também participa com gritos e até mesmo com algumas vaias quando não concordam com a piada, em momentos os espectadores ficam em silêncio sem expressar emoções.

     No de 10 de abril se apresentaram cinco humoristas locais: Alisson Andrei, Gui Augusto, Cleverton Perreira, Diego Sauka, Pedro Geronimo e Ivana Cristina Ribas, única mulher no elenco. Piadas sobre relacionamentos se repetem em quase todas as apresentações, ficando sem graça e cansativo de ouvir. No Stand-Up de Ivana Ribas, as piadas sobre Tinder e relacionamento não faziam sentido, pareciam histórias de uma pessoa desiludida com o amor e não uma sessão de comédia.

     No show, destaca Diego Sauka, sem esforço e apelar para palavrões ou atacar minorias, a apresentação do comediante faz rir do começo ao fim. Diego conta vivências em novenas e missas católicas com senhoras religiosas, levando o público a gargalhada. Quem nunca foi em uma novena em que tinha alguém que rezava mais alto que o padre ou cantava destonando que o coral?

     As apresentações acontecem às 20h nas quartas-feiras, no auditório B do Cine Ópera. A entrada é gratuita, porém como o auditório tem capacidade para apenas 120 pessoas é preciso chegar com antecedência.
 
Serviço:

Preço: entrada é gratuita porém é preciso chegar com pelo menos 15 minutos de antecedência pois o auditório B só tem capacidade para 120 pessoas e a entrada é por ordem de chegada.
Local: auditório B do Cine Teatro Ópera (rua XV de Novembro 468-Centro)
Horário: A partir das 20 h, com segunda sessão às 22
Espetáculo: Convite à Comédia
Por Luiz Zak
Comediante Alisson Andrei se apresenta no Convite à Comédia
Foto: Luiz Zak

Nova versão do Dumbo debate violência contra animais
    

     A live-action do filme Dumbo foi dirigido por Tim Burton, e com um enredo diferente do filme original de 1941, feito por Ben Sharpster. A diferença dessas duas versões é que o filme original a história era contada por Dumbo e seus amigos animais, como os dois ratinhos. Já na versão de 2019 a história é contada a partir da relação dos personagens humanos e Dumbo, onde os amigos que seriam os ratinhos são duas crianças, que são filhas de donos do circo onde Dumbo surgiu.     

    Uma pauta que é muito retratada no filme de 2019 é a questão dos maus tratos e exploração animal. Quando Dumbo nasce e as pessoas percebem que suas orelhas são diferentes, todo mundo começa a zoar o elefante e sua mãe tenta defende-lo, ao tentar defende-lo ela é transportada para outro lugar, afastando a mãe do recém nascido. Outra cena que mostra a questão da exploração é quando descobrem o poder do elefante de voar, forçando  ele como atração principal do circo. Há também a Ilha dos Pesadelos, onde tem vários animais enjaulados e deformados que são utilizados apenas para entretenimento.   

    Tim Burton é conhecido por seus filmes conterem cenas escuras e tensas, como Alice no País das Maravilhas e Sombras da Noite. Em Dumbo é a mesma coisa, mas ele deixa esta característica de lado no final do filme quando o  elefante reencontra sua mãe e o circo onde nasceu reabre mas sem animais para o espetáculo.

    Em Ponta Grossa começou uma discussão no início deste mês de abril sobre um projeto de lei que proíbe animais acorrentados em casa. Há também na cidade a lei 9.019 de 2007 onde haverá punição para quem maltratar ou utilizar animais como veículo de tração, podendo custar 150 reais a multa.      


Serviço:
Se presenciar casos de maus tratos a animais denuncie no número 0800-643-2626 ou disque 153.

Por Erica Fernanda


     
Violência, política e amores, tudo no ‘Forte’ literário
 
     O livro custa 35 reais no site da editora Penalux e está nas livrarias da cidade, ele foi lançado em março de 2019. Ramon é formado em letras, mestrando em Linguagem Identidade e Subjetividade na UEPG e professor de Literatura e Inglês no ensino médio e fundamental. O autor já teve poemas publicados em coletâneas como a TOC 140 e no Computador Nacional de Poesias, realizado pela Prefeitura de Ponta Grossa. Para quem quer conhecer a literatura pontagrossense Forte apache é uma oportuna sugestão.
    A referência ao nome de um brinquedo - miniatura de uma fortaleza dos nativos norte-americanos os apaches -, a poesia, que também é o título do livro, relata violência doméstica e como a mãe protegia a criança brincando de forte apache ou escondendo debaixo da mesa, entre cadeiras, deixando-o sair quando estava seguro e o pai não era mais bandido. Ramon usa estruturas de haicais e metassonetos para transbordar as histórias e vivências autorais.
    Mas o livro também aborda problemas sociais, como “despejo” e sobre casa de família, como em “lugar de criança”. Algumas referências dos poemas são conhecidas do público pontagrossense e revelam vivências do autor, como o acontecimento de 29 de abril 2015, em que o governo do Estado financiou agressões aos professores, no Centro Cívico de Curitiba.
    Um livro sobre doenças sociais. Ao discutir problemas cotidianos de uma sociedade em “depressão”, o escritor pontagrossense Ramon Ronchi lança Forte Apache, primeiro livro autoral. São 91 poemas com fabulações sobre a realidade política do Brasil em “ufanismo”, do Paraná em “depressão” e de Ponta Grossa em “ano de eleição”.

Serviço:
Título: Forte Apache Autor: Ramon Ronchi Editora: Penalux, 2019. Preço: R$: 35,00
Por GuilhermeBronosky
 
Produzido pela Turma C - Jornalismo UEPG