Crítica de Ponta já está no ar!

 

A edição #106 de 27/08/2021 está disponível na Newsletter do Portal Periódico e integra a programação da Rádio Comunitária Princesa FM 87.9. 

Confira o que é destaque nesta semana: Mesmo com o avanço da vacinação contra Covid-19, ainda são encontrados casos de pessoas que escolhem não se vacinar, colocando em risco não só o indivíduo, mas todos ao seu redor; Inspirado pelo isolamento social, pintor Emerson Persona inaugura exposição virtual Vermelho, o recorte em parceria com a PROEX; Eu sou cultura, novo single de Flávio Wilson, destaca a riqueza da cultura regional; Banda de Ponta Grossa Fire Hunter relança música In Your Eyes; Cine PG exibe Jungle Cruise, adaptação da Disney com cenário brasileiro; Documentário Era uma vez um crime com Elize Matsunaga revive o crime de 2012 em entrevista exclusiva. 

O programa criado em março de 2009 produzido pelos estudantes do terceiro ano do curso de Jornalismo da UEPG já foi publicado em diversos formatos, versões e plataformas. As análises de produções culturais e de mídia contam com textos nas editorias de cinema, literatura, música, artes visuais, mídia regional, espaços públicos e gastronomia.

Acesse a Newsletter do Crítica de Ponta para ler na íntegra a edição #106. 

O programa em formato radiofônico vai ao semanalmente aos sábados na programação da Rádio Comunitária Princesa FM 87.9, às 9h30 . 

 

Ficha Técnica:

Locução e Edição: Leonardo Duarte

Publicação: Manuela Roque 

Coordenação/professores responsáveis: Sérgio Gadini

Supervisão de publicação: Marcos Zibordi e Maurício Liesen

Novo decreto da prefeitura reabre cinemas em Ponta Grossa. A procura por ingressos surpreendeu a gerência logo nas primeiras semanas.

 

 

 

Ficha técnica

Repórter e editor: Vitória Mulfait

Publicação: Marcella Panzarini

Supervisão: Cíntia Xavier, Marcos Zibord e Maurício Liesen

Obras de fantasia podem ajudar leitores na pandemia


A literatura fantástica é muito popular por promover a imaginação dos leitores. Esse gênero ganhou ainda mais destaque durante a pandemia, que impôs uma realidade repleta de medos e inseguranças, em que os heróis da fantasia podem trazer inspiração para enfrentar o momento.


Uma pesquisa feita pela empresa de Inteligência de Mercado Growth from Knowledge (GFK) mostra que o faturamento das obras de Literatura Estrangeira, na qual estão muitos títulos da literatura fantástica, cresceu 61% em 2021 em relação a 2020. Os livros infanto-juvenis apresentaram crescimento de 24%. Esses dados foram publicados em junho pela Associação Nacional de Livrarias (ANL).


Na lista dos livros mais vendidos da Amazon, nas categorias apontadas na pesquisa da GFK, estão as sagas Percy Jackson, Harry Potter, Corte de Espinhos, A Rainha Vermelha e O Príncipe Cruel. O box da trilogia de Senhor dos Anéis também está na lista, mesmo após 67 anos de sua primeira publicação. E entre os e-books mais vendidos pela mesma empresa, estão novamente os livros de J.K. Rowling.


Na lista de Mais Vendidos das Livrarias Curitiba, com lojas localizadas primordialmente no Paraná, outra vez aparecem os livros da coleção A Rainha Vermelha e Corte de Espinhos.


Em Ponta Grossa, o atendente de uma livraria destaca que a procura por livros como da saga Harry Potter, lançada em 2001, é muito frequente. A vendedora de um sebo da cidade também afirma que os livros de fantasia têm sido muito buscados. “Entre 10 livros que são vendidos, quatro ou cinco são de fantasia", diz.


A estudante de Direito na UEPG Fernanda Rank diz que começou a ler mais livros de fantasia no período pandêmico. Ela destaca a coleção A Rainha Vermelha, que escolheu retomar a leitura em 2021, anos após terminar o primeiro livro. Para ela, os livros têm um objetivo além da distração. “Mesmo sendo livros de fantasia, acredito que sempre se pode interpretá-los de forma que se encaixem à nossa realidade.”

 

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Série de livros do Harry Potter conta com sete volumes | Foto: Cassiana Tozati


Psicologia
A atração pelo mundo da fantasia durante a pandemia é explicada pela psicóloga Ana Paula Malysz. “Muitos procuraram os livros como forma de fuga do tédio no lockdown. Alguns especificamente procuraram os livros de fantasia para fugir da trágica realidade que estamos enfrentando”, diz.


A jornada do herói é comumente retratada nos livros de fantasia, como em Percy Jackson e Harry Potter.


Na obra de Carl Jung (1875-1961), fundador da psicologia analítica, o herói aparece como um símbolo útil para vencer dificuldades emocionais; representa coragem, criatividade, superação do medo diante do estranho, do desconhecido e do novo.


Para Ana Paula, os personagens da literatura fantástica podem influenciar na vida dos leitores. “Existem diversos personagens que podemos trazer para o nosso cotidiano como forma de inspiração, e a partir de suas atitudes resolvermos algumas questões ocultas para o paciente”, afirma.


A doutora em psicologia Elisabeth Becker explica que diante de uma situação atípica como a que vivemos agora, é comum buscar consolo na possibilidade de existência de heróis e de enfrentamento mágico de riscos. “Sabemos que para o enfrentamento da pandemia não terá nada de mágico, mas buscamos esses exemplos heróicos. Buscamos na fantasia a ativação de recursos heróicos para resistência”, aponta.


Elisabeth acrescenta que no período pandêmico é importante saber acionar os melhores recursos e capacidades emocionais, e é possível usar a fantasia para isso. “Existe o famoso conceito de resiliência, que significa ativar sua possibilidade de enfrentamento em situações de crise e se fortalecer.”

 

Este texto é parte do conteúdo da edição recém-publicada do jornal-laboratório Foca Livre, produzido pelo 2º ano de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Acesse a edição completa em https://periodico.sites.uepg.br/index.php/foca-livre

 

Ficha Técnica
Repórter: Cassiana Tozati
Editor de Texto: Ana Luiza Bertelli Dimbarre
Publicação: Gabriel Ryden
Supervisão Foca Livre: Prof. Jeferson Bertolini, Rafael Kondlatsch e Muriel Emídio Amaral
Supervisão Site Periódico: Marcos Zibordi, Maurício Liesen

Antes nos palcos, atualmente as atividades culturais de dança ocupam redes sociais e cinemas drive-in, como as apresentações que aconteciam no Cine Teatro Ópera. Elas viraram uma espécie de filme, gravado antecipadamente, individualmente e depois juntados em edição, para estrear nos cinemas. Teatros da cidade cogitam a possibilidade de liberar o local para gravações e ensaios, porém ainda existem restrições de público.

 

 

Ficha Técnica

Reportagem: Lilian Magalhães

Edição e Revisão: Tayna Lyra

Publicação: Tayna Lyra

Supervisão: Cintia Xavier, Marcos Zibordi, Maurício Liesen

A edição de 2021 do Festival Universitário da Canção (FUC) trouxe mudanças para o formato do evento. Neste ano, os shows serão feitos somente por músicos dos Campos Gerais. Artistas de outras regiões do Paraná e do país não poderão participar da competição. A justificativa da organização é a redução de gastos e a valorização da cultura local.

 

 

Ficha técnica:

Repórter e editor: Matheus Gaston

Publicação: Manuela Roque

Supervisão: Cíntia Xavier, Marcos Zibord e Maurício Liesen