O Observatório Social (OS) de Ponta Grossa apresentou balanço de fiscalização das contas do Executivo Municipal, realizado no período de maio a agosto de 2015.

A organização do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) teve grande presença. Foto: Angelo Rocha

“Fora Cunha” é o grito  que se ouve em diversos pontos do país na tarde de hoje (16/12), caracterizando-se como o Dia Nacional da Mobilização. Em Ponta Grossa, a Frente Brasil Popular, composta por movimentos sociais e entidades, como Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Sindicato dos Metalúrgicos de Ponta Grossa e a União Municipal dos Estudantes Secundaristas (UMES), se reuniram em plenária no início da tarde e, às 17h, fizeram ato público na Praça dos Polacos e caminharam pela Avenida Vicente Machado até o Terminal Central. 

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A organização “Você Consegue” criou uma petição online para derrubar uma outra de 2012, que impõe limites para doações de medula óssea em regiões do país . De 200 cadastros disponíveis, a região sul foi limitada para apenas 100 ao mês.  A portaria 844/2012 foi criada porque o custo para manter exames de DNA para todos os cadastrados é alto.

Em Ponta Grossa, as ruas da cidade não são projetadas para comportar os ciclistas. Foto: José Tramontin

Ponta Grossa é uma cidade movimentada por conta de seu polo industrial. A cada dia muitos carros, ônibus e caminhões transitam por suas ruas. Mas, para as pessoas que resolvem usar um meio de transporte alternativo, como a bicicleta, a situação não é fácil, subidas e descidas põem a vida do ciclista em risco. A cidade tem várias avenidas e ruas mal projetadas, o que atrapalha o fluxo de trânsito no local. Os motoristas não respeitam o espaço dos ciclistas nas estradas, que não têm ciclovias  para andar. “Quando morava fora, costumava andar muito de bicicleta, mas desde que mudei para cá, ando pouco. É muito perigoso” revela Pedro Paulo Gaião.

Katia Fuji afirma que: 'o trabalho da mulher no processo produtivo nunca teve uma divisão' - Foto Marina Cella

Com a crise econômica vivenciada no país, as famílias que incorporam a agricultura em seu cotidiano são as que, de acordo com o presidente da Associação Solidária da Agricultura Ecológica de Ponta Grossa (Asaeco), Antonio Ostrufk, menos sofrem com prejuízos econômicos, já que não há tanta dependência do mercado econômico para sua subsistência e sustento financeiro.