A instituição foi destaque nos jogos eletrônicos, categoria acadêmico e salto com barreiras

Desde 2017 sem participar, UEPG garante o 4º lugar geral dos Jogos Universitários do Paraná, com destaque para o título do League Of Legends | Foto: Ricardo Morante/SEET

O 59° Jogos Universitários do Paraná (Jups), realizado entre 17 a 23 de maio em Maringá, contou com a participação de 27 instituições de ensino superior, com 2.063 atletas inscritos, batendo o recorde de participantes. A UEPG, estava entre as cinco maiores delegações, com 110 inscritos, contando com atletas e técnicos, que participaram de sete modalidades, entre elas vôlei e basquete masculino, vôlei de areia feminino, futsal, natação, atletismo e acadêmico em ambas as categorias. A novidade do Jups neste ano foi a implementação do E- Sports (jogos eletrônicos), com a disputa de League Of Legends (LOL) e Fifa (simulador de partidas de futebol).

A equipe “UEPG Hawks Gaming” representou a instituição na disputa dos jogos eletrônicos e conquistou o terceiro lugar no Fifa feminino e o título do League Of Legends que dará a vaga para a disputa dos Jogos Universitários Brasileiros (Jubs), que será realizado em Salvador, em outubro. Atleta da equipe e estudante de Comércio Exterior, Jonh Lyncoln revela a experiência em participar dos jogos e conquistar o título: “Foi muito gratificante ser o campeão no primeiro ano a ser incluído os jogos eletrônicos e ainda poder dar prestígio e elevar o nome da UEPG”. Para categoria acadêmico, os participantes concorreram com envio de artigo científico de autoria própria relacionado ao esporte, podendo se inscrever um feminino e um masculino de cada universidade. Os concorrentes tiveram 15 minutos para apresentação do artigo e avaliação da banca de jurados. Ao todo, quatro equipes femininas e cinco masculinas participaram da categoria acadêmica.

Da UEPG, os alunos de Educação Física, Any Almeida e Rafael Sochodolak, participaram da categoria acadêmica e conquistaram o segundo lugar no feminino e primeira posição no masculino, respectivamente. Sochodolak conquistou ainda o segundo lugar geral, se classificando para o Jubs. Sochodolak enfatiza a experiência somada nos jogos com a futura profissão. “Soma muito na minha carreira profissional, pois meu artigo era sobre um tema que quero aplicar na prática, além de levar uma imagem positiva do meu curso, fazendo com que as produções acadêmicas sejam mais valorizadas’’.

Outro desempenho positivo para a instituição foi no atletismo. A aluna de Educação Física, Wanessa Zavolski, bateu o recorde brasileiro na prova dos 400 metros com barreiras, com o tempo de 58 segundos e 97 milésimos. Zavolski destaca a sensação em deixar o nome na história dos jogos. “Competi focada em bater o recorde paranaense na prova. O que deu certo. Mas ter batido a marca brasileira, me causou espanto, pois eu não esperava alcançar o recorde nacional universitário’’, explica.

A participação da UEPG nos jogos foi feita pelo edital pró-esporte, da Superintendência de Esporte da Secretaria Estadual de Esportes, que captou recursos da Copel, através da lei de incentivo ao esporte. Com os recursos, foram feitas a contratação dos técnicos e uniformes.

 

Ficha técnica
Reportagem: João Paulo Pacheco
Foto: SEET
Edição: Nadine Sansana
Supervisão: Angela Aguiar, Fernanda Cavassana, Hebe Gonçalves

Equipe do Periódico foi às ruas para saber a opinião do público sobre a Copa do Mundo Feminina.

 

Ficha Técnica
Reportagem: Gabriella De Barros
Imagens: Nadine Sansana
Supervisão: Professoras Angela Aguiar, Paula Rocha e Fernanda Cavassana

 

O clube se prepara para a disputa em 2019 do Campeonato Brasileiro da Série B e para o Campeonato Paranaense da Série A, competição que ocorre no primeiro semestre. Até o momento, a equipe técnica realiza exames com os atletas.

 

Após confusão e briga no final da série C, Operário é absolvido pelo STJD. O atacante Schumacher pegou seis jogos de suspensão.

A ausência de patrocínio no futebol amador impede que a Liga de Futebol Amador de Ponta Grossa contrate serviços necessários para as partidas. Com pouco investimento, as partidas acontecem sem atendimento médico, e os times não conseguem pagar a taxa de arbitragem exigidas pela Liga. Confira na reportagem: