A palestra “Estudante que se manifestar será preso: memórias da repressão estudantil paranaense na ditadura militar”  acontece hoje, às 15h, no laboratório de Telejornalismo da UEPG (Bloco B), Campus Central. O palestrante Vitório Sorotiuk foi presidente do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Paraná (DCE - UFPR) em 1968, quando 33 alunos foram detidos pela polícia. Graduado em Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Vitório também tem mestrado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC) e atualmente ele é professor na Universidade Tuiuti do Paraná (UTP).

 


O evento é promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Educação em parceria com o Grupo de Pesquisa História, Intelectuais e Educação e a Agência de Jornalismo da UEPG.

 

Papo Periódico é um programa de entrevistas produzido pela turma do terceiro ano de jornalismo da UEPG. Nesta entrevista, falamos sobre as resoluções do mandato 2014-2018 e as expectativas para a próxima gestão. Confira!

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Posse da nova gestão da Reitoria acontece na próxima sexta-feira

"A foto tem total relação com o curso e com o projeto de extensão Lente Quente”. Essa é a afirmação da estudante Saori Honorato, do terceiro ano de Jornalismo da UEPG. A extensionista faturou o 2º lugar do Concurso Municipal de Fotografia, que premiou os também estudantes João Guilherme Castro (voto popular) e Lucas Cabral (3º lugar).

 

 

A primeira colocação ficou com o fotógrafo profissional José Tramontin, egresso do mesmo curso que em entrevista para o portal Periódico comenta sobre a escolha da foto premiada:

 

O evento de premiação aconteceu no último sábado (18), no Cine Teatro Ópera. Essa edição do concurso, denominada “Ano da Cultura Paranaense em Ponta Grossa”, foi promovida pela Fundação Municipal de Cultura e organizada pelo Conselho Municipal de Política Cultural.

 

 

O vencedor da categoria voto popular, João Guilherme Castro, com a foto ‘Pinhão. Ainda tem ou tá acabando?’, afirma que a fotografia surgiu de uma pauta do projeto de extensão Lente Quente e que a legenda foi criada a partir da conversa com o vendedor Edenilson, que aparece segurando os pinhões na fotografia. “Eu saí atrás de vendedores de pinhão, até que eu achei ele e no meio da conversa me disse que a safra estava ruim, que tinham pouquíssimos pinhões, então a legenda surgiu desse diálogo”, explica.

 

 

A exposição das 30 melhores fotos selecionadas pela comissão julgadora acontece no hall do Cine Teatro Ópera desde sábado (18), e passará por mais dois lugares ainda não definidos. O valor total da premiação para os ganhadores foi de R$ 2.900,00, via Fundo Municipal de Cultura.

 

 

Confira as fotos premiadas:

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1º lugar JOSÉ GABRIEL TRAMONTIN LOPES FARIAS Dando formas à música
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2º lugar SAORI HONORATO Festa do Divino, patrimônio cultural de Ponta Grossa
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3º lugar LUCAS SANTOS CARMO CABRAL Três dias de dança
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Vencedor por voto popular JOÃO GUILHERME DE CASTRO MARTINS Pinhão. Ainda tem ou tá acabando?
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O psicólogo Braz Trajano, do Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (CAPS IJ), realizou uma palestra no curso de Jornalismo, na manhã da terça feira (21), no Campus Central da UEPG. A palestra informou os estudantes e professores sobre os sintomas das doenças mentais mais comuns entre acadêmicos. Porém, segundo Trajano, grande parte deles são normais para todas as pessoas, como tristeza, ansiedade e até pensamentos de escapismo, a diferença está quando tais sentimentos prejudicam as pessoas causando indisposição, falta de sono e pensamentos suicidas. “Um dos grandes tabus que precisam ser quebrados é que a doença mental é algo de outro mundo, na verdade é algo muito comum que precisa sim ser debatido e comentado,” explica o psicólogo.

 


Durante a palestra, um dos debates foi a forma como a pessoa que sofre com a doença deve pedir ajuda e como amigos e familiares devem interferir. “Geralmente sabemos o que fazer com uma dor de cabeça, mas ficamos perdidos quando tristes ou ansiosos. Ir ao psicólogo não pode ser sinônimo de loucura”, destaca Trajano sobre o medo de procurar ajuda profissional. “Os acadêmicos vivem em um ambiente de cobranças e pressões, é necessário cuidar da própria saúde mental e de seus amigos para que isso não abale a autoestima e a alegria de viver”, afirma Mirella Mello, estudante de Jornalismo na UEPG

 

 

Para Jessica Grossi, acadêmica do 1º ano do curso, um evento assim é importante para conscientizar os estudantes de que é preciso um profissional para diagnosticar uma doença mental grave. "É bom mostrar que há um espaço na cidade para as pessoas procurarem ajuda e trazer isso para a universidade”, completa.
O mais recomendado para quem busca ajuda profissional é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), lá a pessoa pode ser encaminhada para o Ambulatório de Saúde Mental ou então para os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), e que qualquer pessoa pode entrar sem precisar de um encaminhamento.
Em Ponta Grossa há três CAPS, o CAPS II (Av. Antônio Rodrigues Teixeira Júnior, 229 - Jardim Carvalho) focado em atender os adultos, CAPS AD (R. Rio Grande do Sul, 400 - Órfãs) que enfatiza o tratamento de usuários de drogas e o CAPS IJ (Rua Hinon Silva, 470 - Centro) que realiza o trabalho com crianças e adolescentes.