Para secretário municipal de Saúde, o maior desafio está na imunização do público-alvo da segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação  que começa em novembro

Na última quarta-feira (16), o Mutirão de Vacinação esteve no Campus Central da UEPG  | Foto: Luiz Zak

O Dia D da primeira fase da Campanha Nacional de Vacinação, cujo públio-alvo são criança de seis meses a quatro anos, acontece neste sábado (19), com vacinação nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), no Terminal Central de ônibus e no Parque Ambiental. A primeira etapa teve início na última semana e segue até o dia 25. A segunda fase tem início em 18 de novembro e vai imunizar o público de 15 e 30 anos. 

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O foco da campanha são alunos, professores e servidores Foto: reprodução / Agência Brasil

O ônibus da vacina estará, a partir das 9 horas, próximo ao Ambulatório, no Campus Central da UEPG. A campanha realizada pela Reitoria, em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde, acontece até às 21 horas, com intervalo das 17 às 18 horas. Estarão disponíveis vacinas contra o sarampo, além de testes rápidos para outras doenças, como sífilis. A iniciativa é voltada à comunidade acadêmica, com foco nos estudantes e servidores. Para participar, basta levar a carteirinha de vacinação e um documento com foto. Os organizadores recomendam ainda levar o Cartão SUS.

 

É alto o número de brasileiro que toma medicamentos sem indicação médica| Frame de vídeo

Pesquisa realizada pelo Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) indica que no Brasil 79% das pessoas acima de 16 anos tomam medicamentos sem indicação médica.

 

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o cigarro é o único produto legal que causa metade das mortes dos consumidores regulares. Apesar da queda nos números, muitos jovens começam a fumar por questões emocionais e físicas, contribuindo para o desenvolvimento de outras doenças.

A Associação de Moradores de Olarias, com apoio da comunidade local, promove, neste domingo (13), Sarau e Tarde do Pastel beneficentes. O objetivo é arrecadar dinheiro em prol do tratamento de leucemia da jovem Brenda Lee do Nascimento, moradora do bairro. O evento ocorre na Rua Ricardo Wagner, 512, das 18 às 22 horas.

No Brasil, o número de mulheres que consomem grandes quantidades de álcool em um curto período de tempo - em uma só noite, por exemplo - vem crescendo. Também chamado de Beber Pesado Episódico (BPE), esse consumo equivale à ingestão de 60 gramas ou mais (cerca de cinco doses ou mais) de álcool puro em uma única ocasião. Segundo levantamento, 5,2% das mulheres relataram ter passado pela situação do BPE em 2010. Em 2016, o número cresceu para 6,9%. A quantidade é considerável, pois mundialmente o consumo relacionado ao BPE diminuiu de 22% em 2000 para 18,2% em 2016. Os dados foram divulgados pelo Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA). Mesmo que o consumo mundial de álcool em ambos os sexos tenha diminuído de 37,3% em 2010 para 32,3% em 2016, o número de mulheres que afirmam consumir álcool aumentou. De maneira que o ano de 2016 se encerrou com 91 mil mulheres a mais que assumiram consumir bebidas alcoólicas, em todo o mundo. 

O chamado Beber Pesado Episódico (BPE) vem crescendo no Brasil | Foto: Agência Brasil

Os recuros cortados afetaram os pacientes adultos da ong, as crianças ainda recebem as verbas da Fundação. No ano de 2018 foi confirmado 68 novos casos, esse ano de 2019 foram confirmados 65 novos casos. Em agosto deste ano Ponta Grossa passou a distribuir a Profilaxia para a exposição das pessoas que não tem o vírus, estas pessoas são parceiras de soropositivos, transexuais, travestis e trabalhadores do sexo.

O país sofre um aumento nos casos de depressão e ansiedade escolar, mas ainda não há legislação que exija a presença de psicólogos no ambiente escolar e universitário.

 

 

FICHA TÉCNICA:

Produção: Milena Oliveira e Francielle Ampolini

Supervisão: Professoras Angela Aguiar, Fernanda Cavassana e Paula Rocha

Técnico Multimídia: Jairo Souza

No Brasil a taxa no aumento de casos de câncer de colo de útero atingiu 16.370 casos em 2019, de acordo com o relatório estatístico do Instituto Nacional do Câncer (INCA). O relatório também aponta que ao menos em 2019 haja mais 16 mil novos casos. Ainda de acordo com o INCA o câncer de colo de útero é a terceira doença mais incidente na população brasileira feminina.

É de praxe: todo órgão público constrói, a cada ano, um planejamento orçamentário para os setores que engloba em seus serviços. A Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, dividida em 13 secretarias e 4 fundações, utiliza como base os valores gastos por cada uma de suas subdivisões nos anos anteriores para orçar quanto as secretarias ou fundações terão à disposição entre janeiro e dezembro do ano em questão. O Portal da Transparência expõe, em cumprimento à lei da transparência - que estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal -, cada um dos valores orçados, assim como o empenhado (gasto previsto) e o liquidado (gasto totalmente quitado pelo órgão). Mas, no último ano, nem todos os valores que estavam previstos no orçamento pelo Portal da Transparência foram utilizados pelos órgãos.
Unidade de saúde em Ponta Grossa, no bairro Órfãs | Foto: William Clarindo

 

A reportagem entrou em contato com três sites que realizam a venda do medicamento abortivo, simulando uma compra. Ambos exigem pagamento à vista por transferência bancária ou boleto e os preços vão de R$100,00 a R$150,00 por comprimido. Os vendedores chegam a enviar foto para comprovar que possuem a medicação.

Mesmo proibido por lei, salvo em casos de estupro e risco de vida à mulher, o aborto é praticado no Brasil clandestinamente. O método mais utilizado pelas mulheres é por ingestão de medicamento, de acordo com a Pesquisa Nacional do Aborto (PNA) realizada em 2016. O remédio mais comercializado em território brasileiro para esse fim é o Cytotec, que utiliza o princípio ativo Misoprostol. Mesmo sendo proibido legalmente no Brasil desde 2005, ele é facilmente encontrado para compra na internet.