De acordo com dados da Fundação Municipal de Saúde, Ponta Grossa registrou cerca de 10 casos de sarampo nas primeiras semanas de setembro de 2019. Os diagnósticos de dengue sobem 7,5% ao ano dentro do município.

FICHA TÉCNICA:

Produção: Natália Barbosa e Thaiz Rubik
Supervisão: Professoras Angela Aguiar, Fernanda Cavassana e Paula Rocha
Técnico Multimídia: Jairo Souza

A cobertura vacinal caiu 23% nos últimos três anos. Em 2017, o número de imunizações representou 100% do público-alvo. Em 2018, houve uma diminuição para 84% e, neste ano, a cobertura foi de apenas 77%. A queda na taxa de vacinação alerta também para retorno de doenças já erradicadas.

FICHA TÉCNICA:

Produção: Hellen Scheidt e Arieta de Almeida
Supervisão: Professoras Angela Aguiar, Fernanda Cavassana e Paula Rocha
Técnico Multimídia: Jairo Souza

A UEPG Abraça é um atendimento psicossocial direcionado para acadêmicos e funcionários da Universidade. De novembro de 2018 a fevereiro deste ano, foram realizados 489 atendimentos. As consultas são individuais ou realizadas em grupo.

Os interessados devem se inscrever no ambulatório da UEPG, no Campus Central, ou na sede do Programa UEPG Abraça, localizada no prédio da Farmácia Escola, no Campus Uvaranas.

 

 

FICHA TÉCNICA:
Reportagem: Isabela Gobbo
Edição: Amanda Gongra
Supervisão: Professoras Angela Aguiar, Cibele Abdo, Fernanda Cavassana
Técnico Multimídia: Jairo Souza

Abolição do termo ‘violência obstétrica’ causa preocupação entre especialistas
Para Médicos, uso do termo prejudica profissionais. Pesquisadores da área reforçam a existência de violências durante o parto.

O veto do governo Jair Bolsonaro (PSL) de junho deste ano acabou com a obrigatoriedade do serviço odontológico nas unidades de terapia intensiva. A medida afetou também o atendimento domiciliar. Em abril passado, a aprovação do Projeto de Lei 34 havia garantido a presença de profissionais da área em hospitais públicos e privados. Em Ponta Grossa, dentistas e estudantes avaliam a importância do atendimento odontológico nos serviços de saúde pública de emergência.

No município, o Hemepar recebe em média 1.200 doadores por mês. Durante a doação, são retirados menos de 10% do sangue em circulação no corpo do doador, o que corresponde a 450ml, cada doação pode salvar até 4 vidas. Segundo dados do Hemepar, em 2018, o número de doadores aumentou em 50%.

A Pesquisa Nacional de Saúde mais recente, aponta que a faixa etária dos 60 a 64 anos compõe a maior parcela dos brasileiros com depressão. Porém a doença pode ser evitada através de uma vida ativa. Confira na reportagem as características da depressão em idosos.

Município presta assistência somente à captação de órgãos

A Santa Casa de Ponta Grossa faz a coleta de órgãos para doação. Foto: Arquivo.

 

Ponta Grossa se mantém a única cidade do Paraná, das cinco maiores do estado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), que não realiza nenhum tipo de transplante de órgãos, nos hospitais municipais e particulares. No Paraná, as únicas cidades habilitadas pela Secretaria Estadual de Saúde (SESA) para realizarem algum tipo de transplante de órgãos são Apucarana, Curitiba, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Cascavel, Londrina e Maringá.


Em Ponta Grossa, foram registrados quatro casos do vírus Influenza
    Paraná já registra o dobro de casos de óbitos pelo vírus da gripe em comparação ao ano passado. Segundo Boletim publicado pela Secretaria Estadual de Saúde, somente nos primeiros cinco meses deste ano, foram registradas 51 mortes em todo Estado. O número é considerado o dobro dos casos registrados no mesmo período no ano passado, quando foram registradas 24 mortes.
    Em Ponta Grossa, os números também preocupam a saúde pública. Segundo a Prefeitura Municipal, na cidade já foram registrados quatro casos do vírus Influenza, em menos duas semanas. Dentre os infectados, estão uma criança de seis anos e uma mulher em gestação.
    A campanha da vacinação de Ponta Grossa seguiu, até o último dia 31, com trabalho nos postos de saúde, ônibus da vacina e no Parque Ambiental. Segundo a Fundação Municipal de Saúde (FMS), foram vacinadas cerca de 72 mil pessoas, sendo este número equivalente a 78% do público geral.  De acordo com a FMS, 20 mil pessoas não foram vacinadas. A presidente da FMS, Angela Pompeu, considera baixo o índice de imunização na cidade. “Estamos com baixa porcentagem de vacinação. As pessoas não estão se imunizando mesmo com os serviços trabalhando em horário estendido e com abertura de salas nos finais de semana”.
    O número de casos do vírus Influenza (H1N1) no Paraná foi de um total de 212 registros. Mesmo em meio a campanhas de vacinação, o Estado apresenta números maiores da doença. O médico do Serviço de Atendimento Especializado (SAE) de Epidemiologia de Ponta Grossa, Rangel Olsen de Carvalho, relata que as mutações anuais que o vírus apresenta é um fator preocupante. “Os surtos de influenza estão relacionados a mutações anuais. Por isso, a necessidade de reformulações na vacina. Porém, quando tais mutações são mais profundas, podem fazer com que as vacinas não funcionem, motivo das pandemias devastadoras do passado”. Olsen aponta que o Influenza tem poder de transmissão alto. Em grupos com imunização menor, como idosos e crianças, a doença pode ser fatal. 
     Segundo a coordenadora do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), professora Jacy Aurelia Vieira de Souza, a chegada do inverno é um fator considerável no aumento dos casos do vírus. “Por ser provocada por um vírus de comportamento sazonal, há uma predileção maior por períodos mais frios do ano, com aumento do número de casos devido a maior circulação do microrganismo”. Souza ressalta que a diminuição da umidade do ar, ambientes com pouca circulação e queda bruscas de temperatura contribuem para a contaminação da doença. A coordenadora reforça que crianças e idosos são de maior preocupação no controle da doença, pois possuem maior risco de complicações por infecções secundárias.

Público-alvo engloba crianças, idosos, professores, gestantes e membros das Forças Armadas
O público-alvo da campanha de vacinação engloba crianças maiores de seis meses de vida e menores de seis anos; pessoas acima dos 60 anos de idade; trabalhadores da área da saúde; mulheres gestantes e no período pós-parto; membros ativos das forças armadas; policiais civis; policiais militares, bombeiros e professores da rede pública ou privada, com declaração da instituição de ensino, de modelo em formato PDF para preenchimento disponível no site da Fundação Municipal da Saúde. O Ministério da Saúde e a 3º Regional de Saúde ainda não sinalizaram sobre uma possível prorrogação da campanha, que vacinou num total de 72 mil pessoas em Ponta Grossa.
Ficha Técnica: 
Reportagem: Germano Busato 
Edição: Bruna Kosmenko
Supervisão: Angela Aguiar, Ben-Hur Demeneck, Fernanda Cavassana, Hebe Gonçalves e Renata Caleffi

Nem todas as Unidades Básicas de Saúde de Ponta Grossa contam com a vacinação contra a gripe. Em determinadas situações, os pacientes precisam se deslocar alguns quilômetros até chegar à Unidade mais próxima que disponibilize a vacina. A reportagem completa você confere no áudio a seguir

Brasil deve registrar cerca de 600 mil novos casos de câncer de pele entre os anos de 2018 e 2019: